sábado, 11 de junho de 2011

Como se precisasse
da maçã que comia
e engasgar-me dela
para lágrima aos olhos,
precisei.
E como se apenas disso chorasse,
chorei.

Embora as escolhas marcassem meu rosto
e as certezas dormissem na noite,
sem medo do escuro entrei.

Como se precisasse de música para dançar,
cantei companhia, dancei.
E meu peito molhado
do choro engasgado,
as certezas, a noite, a dança...

Como se precisasse cansaço.
Parei.

2 comentários:

l u a . disse...

e não precisava?

Igor Koermandy Pereira disse...

bonito esse negócio aí. reparei.