o excesso leva ao recesso
por tempo indeterminado
tudo é besta
e nada basta
grande bosta
segunda-feira, 21 de abril de 2008
domingo, 17 de fevereiro de 2008
manhã
Mira Maria o ermo na maré o remo é arma
Rima Mara o remo, rama, menina arara
Aurora mira o rumo, prumo de rima rara
Mara iria,
marca de rima no muro
Mara irá,
trama mora na mira, amora na mira da rama
Aurora maracá
amarela, arara e rama rumam na mira do teu há
Aurora maracá.
Rima Mara o remo, rama, menina arara
Aurora mira o rumo, prumo de rima rara
Mara iria,
marca de rima no muro
Mara irá,
trama mora na mira, amora na mira da rama
Aurora maracá
amarela, arara e rama rumam na mira do teu há
Aurora maracá.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Envenenada foi sua voz que me disse oi
Envenenada foi sua voz que me procurou
E em meu ouvido assim que achou sussurrou depois
Envenenando com loucura feito palavra
Envenenada foi sua voz que me deu bom dia
E bem de perto lábio, pele tudo se fazia
Envenenada foi sua voz que calou no beijo
Envenenada minha mente entregue à voz
Envenenado estava o sol trazendo a chuva fria
E seu veneno preparava o escurecer do dia
Envenenando-me já foram mais de treze copos
A chuva desce a noite cai e o plano começando
Os panos fui tirando como um quadro sem moldura
Branca me deitava bela, nela uma escultura
Envolta tudo estava certo como o combinado
Envenenado o sol não respondeu por si
A sua voz não me soava mais como veneno
Pois seu veneno estava todo colado em mim
Baixa, rouca, estreita, seca estava a minha voz
Que seu veneno impedia à louca de sair
O grito inchava meus pulmões de ar envenenado
E minha boca bem tampada queria gritar
O corpo meu assim parara de se debater,
Minha garganta assim parara de se sufocar
A alma despedia-se da chuva que ficava
O sol, a chuva, envenenados caíram a chorar
E eu de longe via sua alma entristecida
São tantas que o fim visitou de forma sutil
Pra sempre pensaremos o motivo, o crime tinto
Que cometera o fato insano delas más de mil.
Envenenada foi sua voz que a disse oi
Envenenado veio o sol, depois a chuva fria
E novamente, a palavra louca envenenada
“O sussurro, os lábios, pele...”
... E o veneno ria.
Envenenada foi sua voz que me procurou
E em meu ouvido assim que achou sussurrou depois
Envenenando com loucura feito palavra
Envenenada foi sua voz que me deu bom dia
E bem de perto lábio, pele tudo se fazia
Envenenada foi sua voz que calou no beijo
Envenenada minha mente entregue à voz
Envenenado estava o sol trazendo a chuva fria
E seu veneno preparava o escurecer do dia
Envenenando-me já foram mais de treze copos
A chuva desce a noite cai e o plano começando
Os panos fui tirando como um quadro sem moldura
Branca me deitava bela, nela uma escultura
Envolta tudo estava certo como o combinado
Envenenado o sol não respondeu por si
A sua voz não me soava mais como veneno
Pois seu veneno estava todo colado em mim
Baixa, rouca, estreita, seca estava a minha voz
Que seu veneno impedia à louca de sair
O grito inchava meus pulmões de ar envenenado
E minha boca bem tampada queria gritar
O corpo meu assim parara de se debater,
Minha garganta assim parara de se sufocar
A alma despedia-se da chuva que ficava
O sol, a chuva, envenenados caíram a chorar
E eu de longe via sua alma entristecida
São tantas que o fim visitou de forma sutil
Pra sempre pensaremos o motivo, o crime tinto
Que cometera o fato insano delas más de mil.
Envenenada foi sua voz que a disse oi
Envenenado veio o sol, depois a chuva fria
E novamente, a palavra louca envenenada
“O sussurro, os lábios, pele...”
... E o veneno ria.
Assinar:
Postagens (Atom)